quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

a primeira imunocitoquímica a gente nunca esquece

Eu achei que tava adaptada. Mas ainda não. É uma montanha-russa de emoções. Hoje de manhã eu tava o cúmulo do assustada e desesperada por uma tal imunocitoquímica. Já ouvi falar, sei do que se trata, já vi fazerem, mas nunca fiz. Pediram pra eu calcular todos os reagentes que precisam e olhar o protocolo no artigo. Pânico. Eu fico desesperada quando não sei por onde começar, daí não começo mesmo. Calculei o que achei certo. Não posso fazer chuver também. Mas eu tava tão apavorada que não conseguia raciocinar. Foi aí que a montanha-russa começou a subir de novo. Hoje montaram comigo o protocolo, me mostraram onde ficam os reagentes e tudo que eu precisava fazer. Bingo! Na verdade o medo foi do desconhecido e o desconhecido da medo mesmo.
Eu acho que to ficando velha e pagando os pecados. Eu só me lembro de ter avacalhado com todas as pessoas que tiveram oportunidade de ir pra fora do país e não aproveitaram. Se eu soubesse o quanto é difícil ficar longe eu jamais teria aberto a minha boca. E eu to ficando velha porque as coisas não são mais tão rápidas como antigamente. Eu preciso de mais tempo pra me adaptar a troca de horário do que antigamente. Mais tempo pra me adaptar a troca de estação, mais tempo pra aprender, mais tempo pra tudo. De novo é deixar o tempo passar porque ficar mais nova eu não consigo.
Hoje quando eu fui colocar no site da itapema pra ouvir um pouquinho de rádio, mas cliquei no site de fotos da Koglin sem querer. Todas as fotos da festinha de até breve estavam lá. Bah, que saudade que me deu. Vi todinhas de novo!

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